Digamos que considero este, início público de meus escritos, um marco em um novo ciclo que se inicia. Não porque estamos às vésperas de um “ano novo”, que parece sempre manter certas “mesmices” quando se vive em lugares fechados para o mundo. Já pensou em tal hipótese? Um lugar fechado para o mundo, cercado com seu falso e exarcebado moralismo, preso culturalmente e escravizador de sua população mesquinha e pequena(mentalmente). Nascer num lugar assim não podia ser fácil. Desafiá-lo então, requer fugir dos padrões e moldes “corriqueiros” e sofrer amargas reprovações. Não que se busque ou necessite de aceitação, mas a reciprocidade faz falta. A princípio falo de uma maneira genérica, admito, mas para esse “primeiro encontro” me atenho a tal. Deixemos que o por vir traga seus ventos aliviantes, que novas conversas e histórias sobre músicas, noites e tardes insanas, beijos calorosos e muita magia, transcendÊncia…
De pronto, só evoco as bençãos dos meus profetas maiores e inspiradores, de quem tanto falarei em outros textos… Benção e viva a Caetano, Bethânia, Gal, Chico, Gil…
Sejam bem-vindos ao Novo mundo Velho! Pairemos em torno das décadas douradas, através de meu ser, uma tripulante perdida no tempo e espaço…
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Acho que faço parte da sua trupe, ou nossa trupe, aquela dos perdidos no tempo e espaço...
ResponderExcluirE se seguiremos os anos que virão nessa embarcação penso que o melhor que podemos fazer é lançar idéias e ver como fica esse mosaico de aspiranções, para ver passar o tempo...
Não só no "mundo fechado" o ano novo traz as velhas "mesmices", naõ se engane pois SAMPA é o mesmo "mundo fechado" mas de proporções maiores, bem maiores... Isso está para todos e em todos os lugares, pois a bem da verdade é que o problema está não no lugar em si físicamente falando, mas dentro do juízo de cada ser que habita aí ou aqui!
Quando Raul (este um dos meus profetas)disse: "Faça o que tu queres pois a de ser tudo da lei" ele sabia que para esta questão não existia paradoxo, o mundo é fechado por completo devido a insignificância e limitação da metalidade do ser humano, ou de seus julgos, onde quer que esteja.