Então…
Não é para qualquer um que as palavras permitem um pouco de intimidade.
Pelo contrário é preciso muito complacência com o mundo, acontecimentos e exercício rotineiros com humanos a fim de conseguir a autorização e total controle sobre o alfabeto bem ovacionado e cravado no papel, inclusive o virtual.
Longe de ser um Divã, este espaço será tido apenas como perfeito informante de um potencial além do imaginário. O meio bane, mas o ar cibernético ecoa e transgride.
Braços abertos à redenção de um meio que é todo teu e, o qual, a teu favor, propagará o sucesso feroz. Pensamentos garrados e dentuços.
Palavras mucosas, híbridas….. um prazer linearmente anatômico. Musa e Deusa do bem-dizer.
Seja muito bem vinda, mostre-se, pois evocam-emo-la.
Música Musa Híbrida – Caetano Veloso
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
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